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DEBATE ENTRE ÀS CHAPAS PARA O CONUNE!

abril 23, 2013

DEBATE ENTRE AS CHAPAS PARA O 53° CONUNE!

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A União Nacional dos Estudantes desde a década de 30 é a entidade de representação estudantil que esteve ligada as coquistas e avanços na democracia brasileira e pela educação pública . Neste ano de 2013 ocorrerá na cidade de Goiânia – Goiais o 53° Congresso da UNE o CONUNE espaço de deliberação e decisão dos rumos da direção desta entidade estudantil. Durante os dias 24 e 24 de abril ocorrerá na UFSC as eleições para os delegados que irão defender as propostas para os rumos da entidade, assim a comissão eleitoral para a etapa deste Congresso na UFSC chama a todxs estudantes para participarem do debate entre as chapas que ocorrerá:

Dia 23 de abril de 2013

às 20hrs

no Auditório do Centro de Convivência

DEBATE ENTRE AS CHAPAS PARA O CONUNE!

PARTICIPE!!!

Ocupar e resistir em defesa da educação pública

março 21, 2013

A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), a única das universidades do sistema  ACAFE que ainda se mantém gratuita, em seu Conselho Universitário (CONSUNI), realizado neste dia 19 de março, aprovou por diferença de um voto alterações em seu Regimento Geral. Contudo, estas alterações, que vieram veladas de ajustes administrativos para agilizar a administração superior, são na verdade apenas mais um dos ataques privatizantes que a UDESC sofreu e vem sofrendo ao longo de sua história.

As mudanças propostas pelo Reitor Antônio Heronaldo de Sousa, e apoiadas pelos setores mais atrasados daquela universidade, parecem a grosso modo apenas trocas de nomes e funções entre Pró-Reitorias, setores e coordenadorias, entre tanto escondem sua real função que é de não só permitir mas incentivar as parcerias público privadas na UDESC. Este fato fica ainda mais claro quando se percebe a urgência da Reitoria de aprovar o regimento e vetar a discussão sobre o assunto à toda comunidade acadêmica.

Como as manifestações e pedidos de diálogo e debate durante o CONSUNI foram podadas e silenciadas, após a aprovação nos artigos do Regimento Geral, os estudantes da UDESC, comprometidos com uma educação pública, gratuita, de qualidade, voltada para o povo e não para as grandes empresas, decidiram em assembléia ocupar a Reitoria em protesto pelo acontecido.

Sabemos que o processo de mercantilização da educação nesta Universidade em particular, vem ocorrendo aos poucos e se intensificando cada vez mais. Fazem parte da rotina daqueles estudantes a cobranças de taxas, o corte de bolsas, a falta de assistência estudantil, pois em quase 50 anos de história não houve garantia de Restaurante Universitário, Moradia Estudantil ou qualquer outro benefício básico relacionado a permanência do estudante na Universidade

Nós militantes da União da Juventude Comunista repudiamos toda e qualquer ação do Estado ou da iniciativa privada que venha ferir o que é do povo. A educação não é mercadoria a ser comercializada, dedicamos todo nosso apoio militante aos estudantes da UDESC, que lutam por uma educação pública gratuita e de qualidade que perceba e contemple às necessidades da comunidade catarinense que se dedique a extensão e a pesquisa correspondendo às possibilidades de intervenção pela saúde, pela educação, pela democracia e paridade nas instâncias universitárias e pelas possibilidades de transformação da sociedade.

Na luta pela Universidade Popular

Ousar Lutar Ousar Vencer

União da Juventude Comunista Base – Florianópolis

A luta da juventude trabalhadora

dezembro 29, 2012

Nadezhda Krupskaia

Por quem está a juventude trabalhadora, está o futuro. Sabendo disto, os socialistas de todos os países aproximam-se da juventude e fazem propaganda entre ela. Aproximam-se francamente , sem ocultar suas opiniões nem o que são. Dizem aos jovens trabalhadores: sois crianças do proletariado e os esperam uma luta dura. Para triunfar nesta luta tem de ser consciente, estar organizados e ver com claridade para onde vai. O quanto antes compreender no que consistem as tarefas do proletariado, tanto melhor. Trabalhar nas fábricas e nos restaurantes e na própria vida os incorpora, querendo ou não, a luta do proletariado e não podem se separar dela sem trair a solidariedade de classe. As organizações juvenis socialistas da Europa Ocidental são organizações proletárias e seus periódicos e revistas tem um caráter político bem definido.

Os países burgueses querem separar a juventude trabalhadora do partido do proletariado e debilitar o caráter classista de sua organização. Mas não se atrevem a dizer abertamente porque sabem que se o fizerem a juventude trabalhadora voltará as costas a eles. Por isso aproximam-se da juventude não como filiados a um partido, mas sim como pessoas bondosas que simpatizam com os jovens. Procuram conquistar a confiança da juventude, aproveitando-se de sua ingenuidade. Não dizem francamente que o partido proletário é mal, mas dizem: “Camaradas, todos são jovens para preocuparem-se com polícia, para colocarem-lhes uma etiqueta, primeiro tem de aprender, adquirir conhecimentos e só então poderão filiar-se conscientemente a um partido ou outro; não permitem que nada influa vocês conserve vossa individualidade e vossa independência.”

E frequentemente, os jovens fazem eco a este chamamento. Estes jovens se dão conta de que sabem pouco, de que tem que aprender muito, pensam que os que falam assim tem razão. Não advertem que a bajulação bruta das palavras:” Conserve vossa independência espiritual”. Acaso um homem pouco instruído pode conservar sua independência espiritual? E lhe propõem que ao invés de ocupar-se com política, estude história, literatura, etc. Mas em todo o livro de história, de literatura são expressas a visão do mundo do autor, escrito por um autor burgues, contem as idéias deste escritor burgues, e estas idéias influenciam os que lêem o livro. E dizer que com ajuda de livros de história e de literatura se informa um jovem pouco instruído.

Se não se conhece o mundo circulante, não advertiria essa influência. As mais das mais vezes, a burguesia trata de informar a juventude não de uma maneira franca e aberta, mas imperceptivelmente essa influencia é a pior. Tudo o que dizem: “És todavia jovem para ocupar-se de política não permitas que nada vos influa, exceto eu e meu partido”.

A organização da juventude da Rússia está iniciando a sua vida. Os primeiros passos são os mais importantes e de maior responsabilidade. Deles depreende em grande medida a direção que seguirá todo o movimento, isto é, que a organização da juventude da Rússia seja uma organização proletária que marche ombro a ombro com a organização trabalhadora de seu país e com a internacional juvenil e publique um periódico proletário que com linguajem simples e compreensível que se discutam todos os problemas da luta econômica e política, ou que a organização da juventude trabalhadora se separe temporariamente do movimento proletário e edite um periódico de caráter instrutivo e cultural com uma forte influencia burguesa, em que se discutam questões abstratas. No primeiro caso, a organização da juventude trabalhadora de Petrogrado corresponderá possivelmente com o honroso papel de agrupar em sua volta toda a juventude trabalhadora da Rússia e, no segundo caso, cometerá uma série de erros e demorará por algum tempo o desenvolvimento da organização. Não duvidamos de que a Juventude proletária revolucionária de Petrogrado seguirá o primeiro caminho.

Escrito em Russo, em 1917, primeira publicação em 30 de Maio de 1917.

Digitalização: Juan Farjardo, 2009.

Fonte La Semilla, n. 25 (s/f), (Lima?-) Perú.

http://www.marxists.org/espanol/krupskaya/1917/mayo30.htm

Traduzido por: Caroline Bellaguarda.

Venha debater Democracia e Eleições para Direção de Centro na UFSC!

outubro 8, 2012

Você sabia que estamos no momento de escolha dos novos
Diretores de Centro? Nesse processo, quanto vale o seu voto? Você está
satisfeito com os debates politicos dos candidatos?

Não só a UFSC, mas todas as Universidades Públicas estão sob
influência de uma visão de educação bastante anti-democrática. Uma das
influências dessa visão se dá no âmbito dos processos eleitorais e na
organização dos órgãos deliberativos das universidades. A participação dos
discentes e técnico-administrativos é, em geral, bastante reduzida.
Em vários centros da universidade o peso do voto estudantil é de 10 a
15%, o que faz com o voto de um professor possa valer até 140 vezes o voto
do estudante. É o caso do CTC, onde a proporção do voto para professores,
técnicos e estudantes é de 70, 20 e 10%, respectivamente. Já em outros
centros e nas eleições para reitor, o voto é paritário, ou seja, cada categoria
detém 1/3 do peso sobre a decisão. O CFH é o único centro da universidade
que pratica o voto universal, o que significa que cada indivíduo possui o mesmo
peso no voto, independente da categoria que compõe.
Nos colegiados (conselhos de departamento, de unidade e universitário)
os estudantes e técnicos juntos ocupam menos de 20% da representação
total, o que dificulta que mudanças significativas na macro e microestrutura da
universidade possam ser realizadas por estas categorias nesses espaços.
Os cargos dirigentes, como reitor e diretor de centro, são normalmente
vistos somente como burocráticos e não como cargos políticos, o que na
prática faz com que o debate de ideias fique em segundo plano. Soma-se a isto
que o processo de escolha de diretores de centro é em muitos casos nebuloso,
acontecendo às escuras e às pressas, como na recente eleição para diretor de
centro do CFM, que ocorreu rapidamente e com pouca divulgação.
Se é nosso interesse debater os rumos da UFSC, debater ensino,
pesquisa e extensão, debater a produção de conhecimento, é então
nosso dever participar e intervir nas eleições de Direção de Centro e exigir
democracia e transparência!
Venha debater!

Quando? Dia 8 de outubro às 18:30
Onde? No auditorio da Biblioteca Universitária

Assinam:
MUP – Movimento por uma Universidade Popular
ANDES – Seção Sindical da UFSC
DCE – Diretório Central dos Estudantes Luis Travassos
APG – Associação de Pós-graduandos

Estudantes elegem programa unitário de luta pela universidade popular para o DCE na UFSC

maio 30, 2012

Faz tempo que a gente cultiva

A mais linda roseira que há

Mas eis que chega a voz ativa

e faz a roseira ficar…


A madrugada do dia 26 de abril de 2012 marca uma virada na direção do movimento estudantil da Universidade Federal de Santa Catariana. O movimento estudantil, em geral, tem sofrido uma forte degeneração ao assumir posturas e praticas que só servem a expansão universitária comprometida com o mercado, com a formação de força de trabalho a baixo custo para a iniciativa privada, além da produção de ciência e tecnologia a mercê dos lucros.

Dentro deste contexto de resistência e combate as práticas pelegas, maquiadas pelo discurso do “novo”, que na UFSC, por três anos, apenas reafirmou que o novo só vem com a ruptura radical das velhas práticas que só servem a reprodução da ideologia dominante, como por exemplo as práticas de desmobilização e afastamento das lutas reais dos estudantes,além da falta da unidade com os movimentos populares.

A greve dos servidores federais e dos professores estaduais nos mostra a precarização que ocorre no ceio da classe trabalhadora, a precarização das suas condições de trabalho que é o resultado das precarizações das suas condições de formação profissional, portanto, nosso inimigo não é abstrato ele é claro e objetivado no desmonte da educação pública que no cotidiano de nossas escolas sentimos com a falta de professor, de espaço físico, e principalmente na falta nas condições de permanência nesta Universidade.

O comprometimento com a produção do socialismo cientifico expressado no projeto de disputa da universidade, para além do capital, que se baliza pelas condições e necessidades concretas da grande maioria da população e construindo uma pratica educativa responsável e coerente com um projeto de sociedade que luta pela emancipação humana e o fim trabalho explorado pelo capital.

E é neste sentido, o da Universidade Popular, que saudamos a todxs lutadxres que com garra, rebeldia, arte e alegria conquistaram o DCE Luiz Travassos trazendo o DCE de volta pra luta!

Saudamos as organizações Juventude Comunista Avançando, União da Juventude Comunista e Barricadas Abrem Caminhos e independentes que constroem, desde nosso primeiro chamado, o movimento pela base, orientado por um projeto de universidade além do capital, primando pelo diálogo direto, plural e aberto com os estudantes. Conquistando assim uma vitória alçada em 1.292 votos de diferença! Neste momento, conclamamos a todos os setores da universidade realmente comprometidos com os anseios da classe trabalhadora a se somarem e construirem a contra hegemonia a universidade do capital. Porque para nós da UJC não há conciliação, está na hora de impor o projeto de universidade popular em disputa na universidade e sociedade!

OUSAR LUTAR OUSAR VENCER

OUSAR CRIAR O PODER POPULAR

Coordenação Nacional

União da Juventude Comunista

Universidade em Movimento: Todo apoio a greve docente

maio 30, 2012

A União da Juventude Comunista (UJC) apoia, e sua militância participa de forma ativa, da greve nacional dos docentes das IFES deflagrada pelo ANDES-SN. Apoiamos a pauta de reestruturação da carreira e melhores condições de trabalho e repudiamos a intransigência do governo, que se recusa a negociar de maneira efetiva o projeto de carreira apresentado pelo Andes há mais de um ano.

Também se mobilizam estudantes e técnico-administrativos, em apoio aos professores, sem perder de vista as suas pautas específicas. Isso ocorre como resultado das péssimas condições de trabalho e estudo, fruto da expansão universitária recentemente implementada (REUNI) e dos sucessivos cortes orçamentários na Educação realizados pelo governo Dilma.

Vemos a intensificação do trabalho docente, a precariedade das instalações universitária, salas de aula superlotadas, falta de laboratórios e de equipamentos, falta de programas efetivos de Assistência Estudantil e o aumento da lógica privada no interior das universidades.

Esses são os resultados do desenvolvimento capitalista em geral e da clara opção dos últimos governos por criar uma economia de mercado capitalista e monopolista integrada internacionalmente. O que resulta em um conjunto de medidas que visam transformar a universidade de acordo com as demandas do mercado.

Por isso, para os burocratas do governo serviçais do capital, a universidade deve ser pensada como empresa que forma a força de trabalho, presta serviços e disputa o mercado. Para tanto, deve ser eficaz na administração dos recursos escassos de que dispõe, buscando complementá-los com parcerias público-privadas, projetos, cursos pagos, financiamentos alternativos e venda de serviços.

A pauta de reivindicações docente supera o terreno meramente salarial, pois coloca a disputa política em torno da defesa radical do caráter público da universidade.

Para a União da Juventude Comunista a greve é um marco por uma nova correlação de forças na universidade brasileira. Defendemos a unidade de todos os setores em  luta dentro e fora da universidade, para resistirmos ao processo de mercantilização da educação pública e avançarmos na construção da Universidade Popular, com acesso universal e que expresse as necessidades da classe trabalhadora brasileira. A militância da UJC não medirá esforços nesse sentido.

Temos a certeza que na atual conjuntura a defesa radical do caráter público, gratuito, democrático, laico e de qualidade da universidade é extremamente necessário, embora insuficiente, para a produção e socialização do conhecimento contra e para além da ordem do capital. Por isso, a luta por uma Universidade Popular se torna um projeto elementar para a resolução dos problemas educacionais sob a perspectiva dos trabalhadores.

Todo apoio à Greve Nacional dos Professores do Ensino Público Federal!

Todo apoio às greves estudantis e dos técnicos administrativos nas universidades!

Em defesa da Universidade Pública!

Por uma Universidade Popular!

Em defesa da Carreira Docente apresentada pelo ANDES-SN!

Por melhores condições de trabalho e estudo!

Maio de 2012,

Coordenação Nacional da União da Juventude Comunista

Diretório Central dos Estudantes – DCE Luis Travassos: você sabe o que é e para que serve?

março 17, 2012
“Quem não se movimenta não sente as correntes que o prendem”
Rosa Luxemburgo 
As entidades estudantis foram criadas pelos estudantes para representar e defender todas as suas aspirações sejam elas científico-culturais, políticas, econômicas, esportivas, etc. Nesse sentido, o Diretório Central dos Estudantes – DCE Luis Travassos – foi fundado na década de 60 pelos estudantes para ser uma entidade que os organizasse na Universidade Federal de Santa Catarina para reivindicar seus direitos e, também, uma universidade preocupada com os problemas do povo brasileiro. Luis Travassos (1945-1982), nome dado ao DCE da UFSC, foi um estudante que ousou lutar contra a ditadura e o fechamento dos espaços para a crítica e a organização popular. Enquanto militante do movimento estudantil, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Travassos buscou lutar por uma universidade pública, crítica e que estivesse ligada à transformação social.
O DCE da UFSC impulsionou lutas importantes na história. Ele teve um papel central na organização da Novembrada (1979), um pontapé importante na queda da ditadura militar. Através do DCE, organizou-se sucessivas lutas contra a cobrança de mensalidades na UFSC (entre 1999 e 2001), pela criação da Bolsa Permanência (2005), pelo RU e moradia estudantil, além da participação em anos consecutivos de lutas contra o aumento da tarifa e por outro projeto de transporte coletivo.
No entanto, os estudantes iniciam o ano de 2012 sem uma gestão da entidade DCE. Isso ocorreu devido à falta de planejamento da última gestão, pois não houve eleições para o DCE – mesmo estando prevista por todo o movimento estudantil para que ocorresse no segundo semestre de 2011. Ao invés disso, foi criada uma “comissão provisória” responsável somente por organizar a recepção aos calouros, mas que não foi eleita pela maioria dos estudantes e por isso não os representa. Por conta disso, o movimento estudantil encontra-se sem uma das suas maiores ferramentas de luta conquistada historicamente para a defesa dos seus direitos. Ao não termos uma gestão da entidade estudantil, nós, estudantes da UFSC, nos encontramos amarrados e vulneráveis em uma conjuntura atípica, e que exige do movimento estudantil a sua ferramenta. Neste ano, encontramos pela frente o último ano de implantação do polêmico projeto de expansão do ensino superior brasileiro, o REUNI[1], onde muitos cursos novos encontram-se em críticas condições de funcionamento e estrutura.
Além disso, este ano iniciaremos uma nova gestão da reitoria. Estão colocadas possibilidades reais de conquistas para os estudantes, para a universidade e para o povo, mas todos os setores deverão estar muito organizados reivindicando uma maior abertura dos espaços democráticos e lutando para que o ensino, a pesquisa e a extensão estejam comprometidos com as causas populares e com a transformação da sociedade. É de extrema importância, assim, a formação de um DCE que impulsione um movimento de luta, autônomo e independente!
Quanto mais se adia as eleições para nossa entidade mais os estudantes ficam alheios às decisões tomadas em nossa universidade. Já é hora de os estudantes tomarem o DCE em suas mãos! Para isso, o debate se faz necessário. É, portanto, necessário que haja democracia no movimento estudantil e os estudantes possam optar por uma nova gestão, deixando de estarem reféns de uma “comissão provisória” desconhecida para a maioria dos estudantes.

Assinam:

Barricadas Abrem Caminhos

Juventude Comunista Avançando

União da Juventude Comunista na UFSC

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